Um tipo de tecnologia tem chamado bastante a atenção do mercado financeiro nos últimos anos: as moedas digitais e sua respectiva tecnologia, a criptografia. E apesar de já existirem milhares delas, é o nome de uma que as pessoas mais lembram: Bitcoin.

O Bitcoin foi a primeira criptomoeda lançada no mundo e é a que possui a maior capitalização de mercado. Logo, não é à toa que é a mais mencionada quando se pergunta dessas moedas.

Em um primeiro momento, explicar sobre o Bitcoin não é uma tarefa simples, visto seus inúmeros detalhes e características. No entanto, sua definição também não é nada de outro mundo – até porque ele já está presente no nosso.

Para que tudo seja compreendido minimamente, é preciso começar do básico: explicar de que forma sua tecnologia é construída, os principais motivos que fizeram com que ela fosse a maior cripto de todas, suas vantagens perante às demais moedas… Enfim, é possível abordar um mundo de possibilidades.

E neste texto nós iremos fazer exatamente isso: te mostrar caminhos para compreender a grandeza do Bitcoin!

O que é Bitcoin?

O Bitcoin foi a primeira criptomoeda criada no mundo e já serve como uma forma de pagamento para produtos, bens e serviços – assim como qualquer moeda fiduciária, como o real ou o euro.

Pelo fato de ter sido desenvolvida integralmente em um ambiente digital e com seu código aberto, o Bitcoin não possui nenhum tipo de órgão regulamentador por trás da emissão de cada moeda. Sendo assim, essa cripto foi a primeira moeda descentralizada a surgir.

Dentre os objetivos que o Bitcoin possui, estão o fato das transações monetárias serem mais rápidas e baratas. Como a moeda pode ser utilizada em qualquer país, os registros são realizados de forma única e pública em um ambiente chamado blockchain.

Hoje, o Bitcoin também é chamado de “ouro digital”, por apresentar características muito semelhantes ao ativo físico: por ser escasso, não confiscável, fracionável e muito seguro, ele funciona muito bem como uma reserva de valor – tanto que quem comprou a cripto uns anos atrás pode ver seu bem valorizar bastante.

Limitado a um total de 21 milhões de unidades, definido já no código-base da criptomoeda, o Bitcoin é uma moeda deflacionária, ou seja, a cada ano que passa, menos unidades suas são emitidas. 

Durante o seu período de mineração, que pode ocorrer até o ano de 2140, a ideia principal do ativo é fazer com que ele seja cada vez mais difícil de ser conseguido. Isso é conquistado pelo halving, uma ação que ocorre a cada 4 anos e que faz com que a recompensa dos mineradores caia pela metade. 

E é justamente por essa questão que o Bitcoin é tão valioso: pela sua escassez. Enquanto os bancos centrais ao redor do mundo ficam emitindo diversas moedas em papel, essa criptomoeda já possui um número limite que poderá ser emitido, ocasionando uma alta demanda e uma baixa oferta.

Quem criou o Bitcoin?

Tudo começou no ano de 1992 com o movimento cypherpunk, idealizado por um grupo de desenvolvedores e entusiastas da criptografia. Essas pessoas, por acreditarem que os usuários da internet mereciam privacidade e liberdade na hora de realizar transações financeiras, acabaram desenvolvendo processos fundamentais para que, anos depois, as criptomoedas surgissem.

A partir disso, diversas tentativas de criação de criptomoedas começaram a aparecer ao redor do mundo – exemplos disso são as famosas E-gold e Digicash. Mas foi apenas em 2008 que a primeira criptomoeda foi lançada ao mundo. 

Desenvolvido por um programador sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, o Bitcoin apareceu no mercado para facilitar as negociações realizadas na internet. Desde então, milhões de pessoas no mundo todo o adotam, a fim de garantir maior segurança e privacidade na hora de realizar as suas ações.

Como o Bitcoin funciona?

Para que o Bitcoin funcione, ele precisa ter uma base em criptografia – é daí que surgiu o nome criptomoeda. É com essa tecnologia que todas as transações são realizadas de maneira segura.

Além disso, quem está por trás de todo o ecossistema da cripto é a própria comunidade. Como não existe nenhum órgão para regulamentá-lo, todas as transações de Bitcoin são verificadas por mineradores.

Basicamente, quando uma pessoa envia uma quantidade de moedas para outra, um código é gerado, o qual é verificado pelos mineradores. Caso tudo esteja dentro dos conformes, a transação é confirmada e todos os registros ficam salvos na blockchain.

Como minerar Bitcoin?

Mineração é o nome que se dá ao processo de verificação das transações realizadas em Bitcoin de uma carteira para outra. Como forma de recompensa, as pessoas designadas à função recebem novas criptomoedas.

Inicialmente, com a criação do Bitcoin, era muito mais fácil realizar a mineração. Porém, com o aumento de participantes na rede querendo minerar Bitcoin, hoje apenas equipamentos robustos e específicos para a função são capazes de realizar a tarefa e terem sucesso

Para se ter uma noção, já existem fazendas de mineração com vários maquinários dedicados à mineração do Bitcoin. A eles, dá-se o nome de circuitos integrados de aplicação específica (ASIC).

O que é blockchain?

De forma simples, a blockchain é como um grande banco de dados na nuvem, onde todas as transações do Bitcoin ficam públicas e com fácil acesso aos usuários. Muitos também comparam a blockchain com um grande livro contábil, onde é possível saber a quantia de Bitcoins enviadas em cada transação, quem fez o envio, quem recebeu e quando foi feita.

Essas transações são salvas em blocos (daí vem o nome “blockchain”) que são conectados uns aos outros. Assim que novas transações são registradas, novos blocos vão sendo criados e validados pelos blocos anteriores.

É um protocolo revolucionário que une segurança, transparência e descentralização. 

Bitcoin é seguro?

Pelo fato do Bitcoin ser desenvolvido em cima de criptografia, a segurança é algo consolidado e que, em 14 anos de existência, já se provou ser extremamente positiva.

No entanto, por não existir nenhum órgão que regulamente as ações feitas por meio dessas criptomoedas, algumas vulnerabilidades podem surgir. 

É o que acontece quando suas criptos estão em custódia de uma exchange, uma vez que podem sofrer ataques de hackers ou erros de servidores, fazendo com que suas moedas sejam perdidas.

Quais as vantagens do Bitcoin?

O Bitcoin possui várias vantagens. Confira algumas delas a seguir:

Menores preços por transação

Por não existir nenhum intermediário entre as transações realizadas com Bitcoin, os valores cobrados são bem abaixo do que diversos bancos praticam hoje em dia, principalmente se forem comparados com as transações internacionais, como as via Swift, por exemplo.

Independe de instituição ou governo

Criado de maneira descentralizada e de código aberto, o Bitcoin não tem vínculo algum com nenhuma empresa ou governo. Portanto, nenhum tipo de transação realizada com a cripto poderá ser interrompida ou congelada por qualquer tipo de agente regulador.

Privacidade

Todas as transações são realizadas por meio digital, fazendo com que não sejam necessários dados pessoais ou algum tipo de cartão de crédito. Logo, a privacidade é garantida para todos os usuários, uma vez que a única coisa necessária nessas horas é um endereço público do comprador e outro do vendedor.

Não inflacionária

Por possuir uma quantidade limitada, o Bitcoin é emitido com uma taxa fixa e decrescente, o que significa que ela não sofrerá nenhum tipo de inflação exorbitante.

Não confiscável

Como os seus Bitcoins estão seguros na blockchain, eles nunca poderão ser confiscados se você manter a sua chave privada em segurança. Contudo, caso eles estejam em custódia de alguma exchange centralizada e ela entrar em falência ou hackeada, por exemplo, a chance de reaver as suas criptos é baixa.

Lembre-se sempre do seguinte: suas chaves, seus Bitcoins; sem suas chaves, os Bitcoins não são seus.

Maior velocidade de transações

Transações internacionais de dinheiro passaram a ser feitas de uma forma muito mais rápida com o Bitcoin, visto que as transações tradicionais, conhecidas como Swift, levam em torno de 2 a 3 dias para serem concluídas – tempo que pode variar dependendo da instituição bancária. 

Já com o sistema Bitcoin, essa transação leva, em média, 40 minutos na sua primeira camada e, caso seja feita na segunda camada (lightning network), ela é quase instantânea.

Diversificação

Muitos investidores já afirmam que a diversificação de ativos em uma carteira é excelente para os rendimentos de uma pessoa. Sendo assim, o Bitcoin é só mais uma das formas que alguém tem para diversificar seus investimentos.

Contudo, a criptomoeda ainda é um investimento de risco, então é preciso muita cautela antes de completar qualquer ação.

Segurança

A tecnologia blockchain proporciona a máxima segurança às criptomoedas, fazendo com que brechas e falhas ocorram somente quando uma pessoa não tem muito bem guardadas as suas chaves de acessos.

Volatilidade

Entende-se por volatilidade a alta variação nos preços de uma moeda. Dessa forma, o rápido aumento no preço do Bitcoin, num pequeno espaço de tempo, significa grandes ganhos. 

Essa característica do ativo pode interessar àqueles investidores que buscam rendimentos mais rápidos e que gostam de fazer trade.

Vale a pena investir em Bitcoins?

Todo tipo de investimento é válido; a única coisa que precisa estar atento, mesmo, é em qual ativo você vai aplicar o seu dinheiro. No caso do Bitcoin, acreditamos que ele pode servir tanto para investidores mais agressivos, como para o perfil mais conservador.

Se o seu perfil é mais agressivo, o Bitcoin é uma ótima oportunidade para te gerar grandes lucros, pois a grande valorização da moeda nos últimos tempos é real e inquestionável. Agora, se você é mais conservador e quer ingressar em novos caminhos, recomendamos que inicie no mercado de Bitcoins aos poucos, fazendo pequenos aportes para começar a se familiarizar com o mercado. Estude sobre o que acontece e veja como funciona o investimento nessa cripto, pois ele, com certeza, tem grande potencial no longo prazo. 

Mas lembre-se: não invista uma grande parte do seu patrimônio nessa criptomoeda, justamente para não comprometê-lo por inteiro. Ademais, estude bastante o mercado, para que não haja surpresas desagradáveis em certos momentos.

Como investir em Bitcoin?

Com a grande valorização do Bitcoin nos últimos anos, diversos investidores se interessaram pela criptomoeda – e por ser um mercado relativamente novo, algumas dúvidas sobre o que é Bitcoin ainda surgem no momento de investir.

Abaixo, você conhecerá algumas formas de investir nessa cripto.

HODL (ou Hold)

Quando um investidor usa a tática de comprar um ativo e o guardar por um tempo indeterminado, ele está praticando o HODL – e isso acontece também entre os criptoinvestidores.

Investidores desse perfil tendem a vislumbrar o longo prazo, acreditando no potencial do que investem, além de não se preocuparem com oscilações de preço no curto prazo.

Swing Trading

O swing trading foca na compra de Bitcoins em um momento de baixa e na sua venda quando está em alta. O espaço de tempo entre essas ações pode ser de dias, semanas ou meses.

O segredo da operação é definir um preço de compra ou de venda, garantindo o aproveitamento da volatilidade do ativo. Por conta disso, esse tipo de investimento é considerado como de risco médio para baixo.

Day Trading

Estratégia de menor prazo, o day trading necessita de um acompanhamento diário dos valores do Bitcoin, para que você possa comprar e vender o ativo dentro do mesmo dia. 

É importante ressaltar que o lucro desse tipo de operação é menor do que os demais. Mas caso a operação seja realizada por vários dias seguidos, ele pode ser considerável.

Arbitragem

A arbitragem é um tipo de prática de investimento que consiste em comprar Bitcoin por um preço baixo em um lugar e vendê-lo a um preço maior em outro. Isso é usualmente feito em corretoras diferentes, onde há diferenças nos preços dos ativos.

É necessário muita atenção durante a arbitragem, pois os valores podem variar num período de tempo muito curto. Portanto, é preciso que um monitoramento seja feito com bastante frequência.

Scalping trade

Por ser uma variação do day trading, o scalping trade acontece exatamente da mesma forma, só que num tempo ainda menor (minutos ou segundos). 

O risco da operação é maior e exige que o investidor tenha um perfil arrojado.

Qual o valor mínimo para comprar Bitcoins?

Caso esteja pensando em investir em Bitcoins, saiba que você não precisa comprar a unidade inteira do ativo para começar. Na realidade, um Bitcoin é composto por 100 milhões de unidades menores (os Satoshis) e você pode começar por eles, visto que necessitam de menor investimento.

Para realizar uma compra, você precisa entrar em contato com uma exchange e verificar qual o valor mínimo de compra dela. Aqui na Monnos, por exemplo, esse valor mínimo é de cerca de R$ 15,00 (o que pode variar dependendo da cotação do Bitcoin) e o processo é bem simplificado: basta você escolher a cripto que quer comprar e a própria ferramenta fará todas as transações necessárias.

Quanto vale um Bitcoin?

Assim como qualquer outra moeda, o Bitcoin também sofre variações diárias, sendo influenciadas, inclusive, pela lei da oferta e da demanda. Porém, o mercado de criptoativos, ao contrário do tradicional, funciona sem pausa – ou seja, 24h por dia e 7 dias na semana.

Além disso, ele pode apresentar uma oscilação muito maior, podendo chegar em até 20% num mesmo dia.

Como o valor do bitcoin é determinado?

As grandes oscilações de preço de um Bitcoin se devem a dois fatores:

1. Limitação;

2. Alta demanda pela moeda.

Qualquer informação positiva sobre a cripto influencia diretamente na alta procura por parte das pessoas. Além do mais, a sua cotação normalmente segue a referência do dólar. Ou seja, qualquer oscilação que ocorra nessa moeda, também ocorrerá com o Bitcoin.

Qual rendimento do Bitcoin?

Antes de tudo, é preciso ter em mente que o Bitcoin não tem rendimentos, mas sim valorização. Baseada em matemática e programação, a inflação do Bitcoin é controlada e decrescente, além de não render juros ou qualquer tipo de dividendos.

Como boa parte das pessoas já sabe, quem investiu nessa cripto há alguns anos, hoje está feliz da vida. Por conta de sua alta valorização, o Bitcoin já proporciona segurança àqueles que apostaram em sua tecnologia.

Além do mais, em um levantamento realizado pela provedora de dados financeiros Economatica e divulgado no dia 30 de dezembro de 2021, o Bitcoin foi um dos únicos ativos que valorizaram bem mais que a inflação brasileira: 75,83% contra 10,06%.

Como conseguir Bitcoins?

Caso você esteja interessado em adquirir Bitcoins, confira abaixo as formas existentes:

Comprando Bitcoins em exchanges

No mundo dos investimentos, a forma mais segura de se comprar ativos é utilizando os serviços de uma corretora – no caso das criptomoedas, uma exchange.

Para que sua escolha seja feita de forma adequada, alguns pontos são necessários de serem avaliados pelo investidor, como:

– Liquidez;

– Segurança;

– Usabilidade da plataforma;

– Atendimento.

Minerando Bitcoins

Outra maneira de conseguir Bitcoins é minerando a criptomoeda, utilizando força computacional a fim de validar todas as transações realizadas na blockchain.

Por disponibilizarem tempo e energia nessa tarefa, os mineradores acabam recebendo em troca do serviço frações de Bitcoins. Assim, existe um incentivo da própria rede para que ela continue existindo.

Hoje em dia, já não é mais possível realizar a mineração por meio de computadores convencionais, apenas por máquinas específicas para a função.

Onde comprar Bitcoin?

Saber escolher uma boa exchange para comprar os seus Bitcoins é fundamental para que você não caia em um golpe e veja seu dinheiro ir embora.

Aqui na Monnos, por exemplo, além de ter acesso ao maior portfólio de criptomoedas do Brasil, você também consegue gerenciar suas criptos e fazer staking delas – tudo isso em um só lugar.

E tem mais: solicitando o seu cartão Monnos, você pode usar suas criptos no seu dia a dia e ainda ganhar até 5% de cashback em cada compra realizada.

Comprando Peer-to-Peer

O sistema peer-to-peer (ou P2P) possibilita a transferência de criptomoedas sem a necessidade de um terceiro. Isso significa que, caso você queira comprar Bitcoins de outra pessoa, ela pode te transferir o valor diretamente para você sem a necessidade de uma corretora.

Vendendo produtos ou serviços

Fora comprando Bitcoins em exchanges, há uma outra forma de você adquirir essa cripto: vendendo o seus serviços ou produtos. 

Comerciantes podem adicionar como forma de pagamento em seus estabelecimentos ou websites, por exemplo.

Onde guardar os Bitcoins?

Na hora de comprar ou vender Bitcoins, você vai precisar de uma carteira para acessá-los. Elas, além de serem individuais, também têm códigos próprios (chaves privadas) para que apenas o proprietário tenha acesso, garantindo a segurança de todo o procedimento.

Além dessa chave privada, o usuário também possui uma chave pública, usada para gerar códigos de transações para que outras pessoas possam transferir Bitcoins para você.

As carteiras são divididas em duas categorias: as hot wallets e as cold wallets.

Conheça alguns exemplos entre as duas categorias de carteiras:

Hot wallets

São carteiras que funcionam online e que salvam suas informações na nuvem. Podem ser acessadas via desktop ou através de aplicativos mobile.

1) Carteira online

Tipo de carteira armazenada na nuvem, a carteira online te dá a possibilidade de acesso de qualquer lugar, desde que se tenha uma conexão com a internet. Por conta disso, ela é bastante prática.

2) Carteira móvel

As carteiras móveis são carteiras que funcionam através de um aplicativo de celular. Por ele, você tem o controle total sobre os seus ativos de maneira mais segura que a carteira online.

3) Carteiras para computador

Com a mesma lógica que as carteiras móveis, as carteiras para computador são acessadas por meio de um software baixado e instalado na máquina. É importante que o aparelho esteja sempre atualizado e com o antivírus em dia.

Cold wallets

As cold wallets são carteiras que ficam fora da internet, podendo ser hardwares ou outros meios físicos de guardar as suas chaves privadas. 

1) Carteira em hardware

Pequenos dispositivos com porta USB e muito práticos, as carteiras em hardware são mais seguras que as anteriores por estarem offline na maior parte do tempo, isto é, sem acesso à internet. 

2) Carteiras em papel

Tipo de carteira mais segura, a carteira de papel é uma cópia física das suas chaves privada e pública. Em outras palavras, você vai ter os códigos escritos em um papel para acessar toda vez que precisar fazer uma transação. 

Conclusão

Entender o que é o Bitcoin e como ele funciona no mundo das finanças é muito importante, visto que, cada vez mais, a tecnologia se faz presente na rotina das pessoas.

Mesmo que sua alta volatilidade indique bons ganhos em pouco tempo, a moeda ainda é considerada como um investimento de alto risco. Por isso, fique sempre atento ao mercado e acompanhe o seu gráfico de evolução.

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